6 dicas para fugir do estresse

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Estresse todo mundo tem, é uma reação natural do corpo a alguma ameaça externa. Desde o tempo das cavernas, ele atua em benefício do ser humano, já que, quando o homem precisava caçar, o estresse preparava o seu corpo para que tivesse mais foco e mais reflexos. É isso mesmo: nos momentos certos, o estresse é positivo. O grande problema é que, atualmente, ocorre com tamanha frequência que acaba sobrecarregando o organismo e prejudicando a saúde.

Pets sentem frio e sofrem ainda mais com mudança brusca de temperatura

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Apesar de a temperatura deles ser mais alta que a nossa, variando de 37,8°C a 39,3°C, os pets sentem frio também, assim como os humanos, e tendem a sofrer ainda mais com mudanças bruscas, como as provocadas pela massa de ar polar no sul do Brasil, esta semana. Fatores como idade, condição corpórea, raça e tipo de pelagem podem influenciar esse quadro, e é preciso ter cuidados específicos nesta época do ano para mantê-los com bem-estar, explica a veterinária Priscila Zanotti, da Petz.

Pets sentem frio e sofrem ainda mais com mudança brusca de temperatura
Pets sentem frio e sofrem ainda mais com mudança brusca de temperatura

Os sinais para identificar se os pets estão desconfortáveis com o clima são extremidades frias, tremedeiras, se o bichinho fica sempre encolhido ou procura lugares quentes para se abrigar.

Os cãezinhos de pelagem curta são os mais afetados, como pug, pinscher, buldogue francês, teckel, whippet e pit bull. Já raças como spitz, chow chow, golden retriever, shih tzu e lhasa apso têm pelagem longa e alguns, até subpelos, que protegem dessa sensação térmica e mantém o animal aquecido

Resistente

Por outro lado, o frio também traz benefícios, já que pets obesos ou de pelagem longas tendem a ficar mais à vontade em temperaturas mais baixas. Os obesos e de focinho achatados, como por exemplo o buldogue inglês, sofrem muito com temperaturas elevadas e, em épocas mais frias, eles não superaquecem, ficam mais ativos e até respiram melhor. Animais de pelagem longa, como shih tzu, também costumam ficar mais alegres e dispostos no inverno.

A pelagem longa e densa funciona como uma proteção natural, o que evita a perda de calor e ameniza a sensibilidade ao frio”, explica a veterinária. Mesmo alguns pets preferindo esse clima fresco, é primordial não abusar e ficar atento à friagem e aos desconfortos causados por ela. “O ideal é manter caminhas bem quentinhas, e usar mantas e roupinhas quando o pet estiver com a pelagem curta

Atendimentos

Nesta época do ano, uma média de 30% dos atendimentos de animais são por patologias relacionadas a baixas temperaturas. Por isso, é importante providenciar a vacinação preventiva para evitar tosse dos canis (gripe canina), que pode trazer complicações como bronquite e pneumonia.

O tratamento para estes casos depende muito do estágio da doença, e alguns dos bichinhos de estimação podem precisar somente de xaropes, assim como outros podem precisar de prescrição de antibióticos e até inalações. “Em casos mais severos, a indicação é a internação para suporte monitorado 24 horas por dia”, finaliza a veterinária.

Crianças também precisam administrar o tempo?

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Tudo o que as mães e pais desejam é que seus filhos sejam bem-sucedidos, e para alcançar o resultado, é preciso muito além da determinação. Você sabia que as crianças também precisam administrar o tempo?

Crianças também precisam administrar o tempo?
Crianças também precisam administrar o tempo?

Os melhores resultados são alcançados quando aprendemos a nos organizar e ser mais produtivos, e esse aprendizado deve começar logo cedo, na infância, defende o especialista em gestão do tempo e produtividade Christian Barbosa, CEO da Triad PS, empresa especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo.

No artigo compartilhado com o Blog do Maurício Araya, Christian fala sobre a importância de ensinar as crianças a administrarem o tempo:

Você, pai ou mãe, com certeza espera que seu filho seja bem-sucedido em tudo o que fizer e deseja um futuro próspero nos diversos campos da vida. Os melhores resultados são alcançados quando aprendemos a nos organizar e ser mais produtivos – e esse aprendizado deve começar logo cedo.

Muitos pais me perguntam maneiras de ajudar as crianças a administrar o tempo para otimizar resultados, especialmente nos estudos. É claro que isso não acontece do dia para a noite, mas você pode ensinar produtividade de forma lúdica, divertida, sem cobrança nem chatices. Afinal, as práticas aprendidas na infância de forma leve tendem a perdurar pelo resto da vida.

Geralmente somos improdutivos porque, na infância, vimos os nossos pais utilizando mal o tempo, postergando tarefas e deixando tudo para a última hora. Nosso padrão de produtividade é influenciado pelo meio sociocultural em que vivemos.

O intuito de organizar a rotina das crianças, definir prioridades e prazos para cada atividade não é torná-la maçante. Muito pelo contrário: se o pequeno organiza suas tarefas, sobra mais tempo para brincar e se divertir com o que gosta. E como os pais podem ajudar nisso? Um bom método é fazer concessões. Seu filho entregou um trabalho importante dentro do prazo? Ofereça uma ‘recompensa’. Pode ser um tempinho a mais jogando videogame ou até um ‘bônus’ na mesada.

A primeira coisa importante é fazer com que a criança arrume o quarto. A organização do espaço físico também ajuda a ordenar as ideias; além disso, quando cada coisa está em seu devido lugar, a criança não perde tempo procurando. Nesse ambiente, vocês também podem montar um quadro de atividades, que pode ser semanal – escolham um dia da semana para se reunir e registrar as atividades do dia seguinte lá. Dessa forma, fica mais fácil visualizar o volume de tarefas e os prazos.

Outro ponto fundamental é estimular a criança a se antecipar. Se ela tem uma prova na quinta-feira, por exemplo, faça com que estude na terça e não deixe para o último momento. As crianças, ainda mais que os adultos, não precisam viver correndo. E, acima de qualquer coisa, lembre-se: o melhor ensino é o exemplo, e isso também vale para hábitos produtivos.

Chuva abaixo da média no MA

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Centro-norte e leste do Maranhão deve ter chuva abaixo da média entre maio e julho de 2016
Centro-norte e leste do Maranhão deve ter chuva abaixo da média entre maio e julho de 2016

Previsão climática divulgada pelo Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) projeta chuvas abaixo do normal em parte do semiárido da região Nordeste, incluindo o centro-norte e leste do Maranhão, para o período entre maio e julho de 2016. Nas regiões oeste e sul do Estado, a previsão é de chuvas e temperaturas dentro da normalidade. As projeções levam em consideração as análises de condições oceânicas e atmosféricas globais.

Um dos motivos para a ‘anomalia’, segundo o CPTEC/Inpe, é o fenômeno atmosférico-oceânico El Niño – caracterizado pelo aquecimento das águas superficiais no oceano Pacífico tropical, que afeta o clima global –, que se encontra em declínio com valores até 2°C mais quentes que a climatologia em algumas áreas do Pacífico Equatorial. Outro motivo é a influência da Zona de Convergência Intertropical (Zcit), atuou mais ao norte que sua posição normal para o período no mês de março, contribuindo para o deficit de chuvas em grande parte do Nordeste.

Entre janeiro e abril de 2016, no entanto, as chuvas excederam a média histórica em áreas do Amazonas, Pará e Rondônia. No Maranhão, valores diários registrados na cidade de Turiaçu (até 138 mm) surpreenderam, segundo dados das estações convencionais do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Distribuição das chuvas no primeiro quadrimestre de 2016
Distribuição das chuvas no primeiro quadrimestre de 2016
Distribuição das chuvas no primeiro quadrimestre de 2015
Distribuição das chuvas no primeiro quadrimestre de 2015

Queimadas
Em março de 2016, foram mapeados 3,8 mil focos de queimadas no Brasil, reflexo de um período mais seco e quente na Amazônia e no Nordeste, influenciado pelo El Niño. Março foi o quarto mês consecutivo de recordes de queimas. No Maranhão, o aumento foi de 130%, com 123 focos.

O trimestre maio-junho-julho é considerado de intensas queimadas no país.