Lavanderia express inova e lança planos ‘controle’, similares aos de operadoras de celular

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Como consumidor moderno, uma das minhas maiores alegrias é de encontrar marcas, serviços e produtos que atendam e entendam minhas necessidades. Uma delas é poder ter bastante claro, antecipadamente, o valor pelo qual eu vou pagar por algo, sobretudo em um período em que desejamos ter mais controle sobre nossos gastos. Pois uma lavanderia express inovou e criou uma estratégia para burlar a crise: lançou planos ‘controle’, similares aos das operadoras de telefonia móvel.

Rede de lavanderias foi uma das primeiras a implementar no Brasil o conceito ‘self-service’
Rede de lavanderias foi uma das primeiras a implementar no Brasil o conceito ‘self-service’

A rede, que funciona no modelo de franquias, foi uma das primeiras a implementar no Brasil o conceito ‘self-service’ no setor, ou seja, onde o cliente pode lavar a sua própria roupa; e, agora, aposta nesse novo modelo.

Na escolha do plano, os clientes podem escolher contratar, por exemplo, o serviço de lavagem de 30 peças, sendo 27 diversas do dia a dia e 3 camisas, por 30 dias; ou 60 peças, sendo 54 diversas do dia a dia e 6 camisas, durante 60 dias; ou 90 peças, sendo 81 diversas do dia a dia e 9 camisas, ao longo de 90 dias; e ainda a lavagem de 10 camisas, incluindo passadoria, com validade de 30 dias.

Danielle Denys, gerente de marketing do Grupo Acerte Franchising, detentor da lavanderia express Prima Clean, conta que o modelo tem atraído diversos públicos no Brasil e ajudam a tornar mais eficiente a rotina dos clientes.

Os clientes estão mudando o modo de consumir, e cada vez mais têm se preocupado com o melhor custo-benefício, praticidade e com a organização das tarefas da casa, por conta da rotina corrida. Ajudá-los a mensurar o valor a ser investido na limpeza das roupas, sem abrir mão da qualidade dos serviços, é uma de nossas missões

A rede está presente em pelo menos 13 Estados brasileiros.

Telefonia móvel no Brasil registra queda de 2,35 mil linhas

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Em junho de 2017, o setor de telefonia móvel no Brasil registrou uma ligeira queda, com 2,35 mil linhas comparado a maio. No mês, o país alcançou 242,11 milhões de linhas móveis em operação. Já nos últimos 12 meses, a redução foi de 11,29 milhões de linhas móveis (-4,46%). Os dados foram divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) esta semana.

Em 12 meses, redução foi de 11,29 milhões de linhas na telefonia móvel
Em 12 meses, redução foi de 11,29 milhões de linhas na telefonia móvel

Os Estados que apresentaram maior queda no número de linhas móveis foram Rio Grande do Sul, com 42,02 mil linhas móveis (-0,3%); Pará, com 25,64 mil (-0,34%); e Bahia, com redução de 17,10 mil linhas (-0,11%).

Já os Estados com maior crescimento no número de linhas foram São Paulo, com aumento de 125,81 mil (0,2%); seguido por Pernambuco, com 11,31 mil novas linhas (0,11%); e Ceará, com 10,09 mil novas linhas (0,11).

Nos últimos 12 meses, todos os Estados apresentaram queda no número de linhas móveis.

Entre as tecnologias, o maior aumento no período foi do 4G, com adição de 4,22 milhões de linhas (5,54%); e de 40,85 milhões de novas linhas (102,91%) em 12 meses.

Anatel registra queda de 217,03 mil linhas na telefonia móvel em todo o Brasil

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No mês de maio de 2017, a telefonia móvel no Brasil registrou queda de 217,03 mil linhas (-0,09%) comparado ao mês anterior (abril), segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgados esta semana. No período, o setor alcançou 242,11 mil linhas móveis em operação. Nos últimos 12 meses, a redução foi de 13,11 milhões de linhas móveis (-5,14%).

Anatel registra queda de 217,03 mil linhas na telefonia móvel em todo o Brasil
Anatel registra queda de 217,03 mil linhas na telefonia móvel em todo o Brasil

Por Estado, os que apresentaram maior queda no número de linhas móveis em maio, quando comparado ao mês anterior, foram Rio Grande do Sul, com 76,89 mil (-0,54%); Ceará, com 48,22 mil (-0,5%); e Alagoas, com redução de 15,92 mil linhas (-0,48%).

Já os Estados com maior crescimento no número de linhas foram Mato Grosso, com aumento de 16,99 mil (0,42%); seguido por Tocantins, com 6,16 mil (0,35%); e Rondônia, com 5,46 mil novas linhas (0,27%).

Nos últimos 12 meses, todos os Estados apresentaram queda no número de linhas móveis, segundo a Anatel.

No Maranhão, a variação entre abril e maio de 2017 foi de -14,47 mil linhas móveis (-0,25%). No período, o número de linhas em operação chegou a 5,72 milhões. Em 12 meses, a queda no número de linhas móveis foi de 368,98 mil (-6,05%).

Abuso de telemarketing: no Maranhão, é o governo que perturba sossego alheio

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Quem recebe esse tipo de ligação sabe o incômodo que é: pela manhã, pela tarde, pela noite, beirando a madrugada; uma, cinco, 10, 15, 20 vezes ao dia. São as chamadas de telemarketing, que abusam da paciência até de quem já solicitou o bloqueio dessas ligações; e perturba o sossego de quem cansou de tanto ouvir o soar da campainha do telefone.

Para quem recebe várias ligações de telemarketing por dia, dá até raiva ver um telefone...
Para quem recebe várias ligações de telemarketing por dia, dá até raiva ver um telefone…

Para tentar evitar esse tipo de abuso, o Instituto de Promoção e Defesa do Cidadão e Consumidor do Maranhão (Procon-MA) possui um sistema eletrônico de bloqueio de ligações feitas por empresas de telemarketing, fixos ou móveis na abrangência do Estado. Nele, o consumidor cadastra gratuitamente o número em que não deseja mais receber esse tipo de ligação, e deveria deixar de recebê-las 30 dias após o cadastro, que deve ser renovado a cada ano.

Mas no Estado, é o próprio governo do Maranhão que abusa desse mecanismo para divulgar suas ações, em chamadas telefônicas que avançam por dias úteis, fins de semana e feriados, em todos os horários. As chamadas partem de São Paulo, sempre de números diferentes e, às vezes, também não identificados.

Mesmo com bloqueio ativo, linha segue recebendo chamadas de telemarketing
Mesmo com bloqueio ativo, linha segue recebendo chamadas de telemarketing

Gravações telefônicas revelam abuso de telemarketing no Maranhão

Na última semana, das ligações que recebi no telefone fixo – que possui bloqueio ativo para as ligações de telemarketing no Procon-MA desde janeiro de 2017 –, pelo menos quatro eram comprovadamente de propagandas do governo do Maranhão, como mostram as gravações feitas em secretária eletrônica:

No site colaborativo Quem Perturba?, que recebe uma enxurrada de reclamações de consumidores também incomodados por essa prática, alguns dos números são creditados a uma empresa de cobrança e serviços de telemarketing, sediada no distrito de República, em São Paulo.

Ligações com DDD 11 são originadas em São Paulo
Ligações com DDD 11 são originadas em São Paulo

Em seu site, a empresa se ‘vangloria’ de atuar há quase 15 anos incomodando usuários da telefonia com as chamadas ‘ações massivas’, seja por mensagens de texto (SMS) e, agora, até via WhatsApp.

A brecha para esse comportamento das empresas de telemarketing surge pelo próprio Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações (RGC) – Resolução nº 632/2014 – da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que poderia estabelecer limites para a propaganda na telefonia em geral, mas, em seu primeiro capítulo – que trata dos direitos dos consumidores –, limita-se à telefonia móvel:

Art. 3º O Consumidor dos serviços abrangidos por este Regulamento tem direito, sem prejuízo do disposto na legislação aplicável e nos regulamentos específicos de cada serviço:
(...)
XVIII - ao não recebimento de mensagem de cunho publicitário em sua estação móvel, salvo consentimento prévio, livre e expresso

Mau uso da ferramenta e exposição a fraudes

Além de irritar os consumidores – o que me parece o total inverso da proposta inicial da prática –, as ligações abusivas de telemarketing acabam por criar um novo martírio para o usuário da linha: o de buscar mecanismos – às vezes em vão – para se proteger do mau uso de uma ferramenta que poderia ser explorada, no âmbito público, para massificar informações muito mais relevantes, como a prevenção de desastres por exemplo.

O número ilimitado de ligações recebidas expõe o consumidor, ainda, a uma situação perigosa: deixa o caminho aberto a golpistas, que também utilizam o método para capturar novas vítimas. Sem saber diferenciar números de golpistas, telemarketing ou de quem realmente gostaria de receber chamadas, os usuários podem virar alvo de estelionatários.

Solicitação ao Procon-MA

O Blog do Maurício Araya solicitou do Procon-MA, por e-mail encaminhado à sua assessoria de comunicação e à Secretaria da Comunicação Social e Assuntos Políticos (Secap) do governo do Maranhão, informações sobre como ‘o consumidor pode solicitar o bloqueio de ligações de telemarketing/publicitárias no Maranhão?’; ‘quais são consideradas mensagens publicitárias’ e ‘quais os critérios?’; se há um ‘horário em que o consumidor pode receber essas chamadas’, se ‘há quantidade de ligações por dia que o consumidor pode receber’ e ‘o que é considerado abusivo?’; ‘se bloqueado pelo consumidor, quais organizações estão sujeitas às penalidades previstas? Empresas privadas e/ou públicas? Governos? Pessoas físicas?’; e, por fim, ‘quais as penalidades previstas?’.

O Procon-MA, no entanto, não atendeu à solicitação até a publicação.

Telefonia móvel: Brasil tem queda de 14,09 milhões de linhas

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Em abril de 2017, o setor de telefonia móvel no Brasil registrou queda de 14,09 milhões de linhas (-5,5%) comparado a igual período de 2016, segundo dados publicados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) esta semana.

Em abril, telefonia móvel registrou queda no número de linhas em todos os Estados brasileiros
Em abril, telefonia móvel registrou queda no número de linhas em todos os Estados brasileiros

No mês, todos os Estados apresentaram queda no número de linhas móveis. Os Estados com maiores quedas foram Pernambuco, com redução de 1,21 milhão de linhas (-10,37%), seguido por Ceará, com diminuição de 1,1 milhão de linhas (-10,3%) e Alagoas, com menos 376,41 mil linhas (-10,23%).

No Maranhão, a variação em 12 meses foi de -5,36%, quando o Estado registrou a perda de 325,34 mil linhas móveis, chegando a 5,74 milhões em abril. Entre março e abril de 2017, a queda foi de 7,78 mil linhas (-0,14%).

Banda larga no país registra 27,29 milhões de assinantes

A Anatel divulgou ainda os números da banda larga fixa, que recebeu 73,43 mil novos assinantes (aumento de 0,27%) em abril, se comparado a março de 2017. O número de usuários do serviço ficou em 27,29 milhões. Nos últimos 12 meses, os resultados também são positivos: 1,39 milhão de novos clientes (5,36%).

Número de usuários da banda larga no Brasil alcançou 27,29 milhões
Número de usuários da banda larga no Brasil alcançou 27,29 milhões

De março para abril de 2017, os maiores crescimentos percentuais registrados foram no Ceará, com 14,21 mil novos clientes (2,31%); no Pará, com 6,9 mil (2,23%); e no Maranhão, com 4,19 mil (1,87%).

Nos últimos 12 meses, todos os Estados apresentaram crescimento. Os maiores percentuais foram registrados no Amapá, com 6,81 mil usuários (13,35%); Maranhão, com 26,26 mil (13,03%); e Rondônia, com 14,64 mil (10,93%).

Telefonia móvel no Brasil perde 15,02 milhões de usuários em 12 meses

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A telefonia móvel no Brasil perdeu, em 12 meses, 15,02 milhões de assinantes. Os dados, divulgados nesta semana pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), são referentes a março de 2016 e março de 2017. No período, a base de usuários caiu de 257,81 milhões de assinantes para 242,79 milhões, variação negativa de 5,83%.

Entre março de 2016 e março de 2017, todos os Estados brasileiros apresentaram queda na telefonia móvel. Pernambuco, Rio Grande do Norte, Alagoas e Ceará foram os que tiveram as maiores quedas.

No período, setor de telefonia móvel registrou queda de 257,81 milhões para 242,79 milhões em linhas
No período, setor de telefonia móvel registrou queda de 257,81 milhões para 242,79 milhões em linhas

No Maranhão, o percentual da queda superou a variação nacional: 6,09%. No Estado, o número de linhas móveis caiu de 6,12 milhões para 5,74 milhões, 373,09 mil a menos.

Roraima foi o único Estado que apresentou crescimento, de 8,08 mil linhas.

Queda na telefonia móvel, queda na telefonia fixa

A Anatel divulgou, ainda, esta semana os dados referentes à telefonia fixa, que, em 12 meses, também registrou queda. Entre fevereiro de 2016 e fevereiro de 2017, foram 1,84 milhão de linhas de autorizadas e concessionárias da telefonia fixa a menos, segundo a agência.

Em todo o país, o número de linhas entre as empresas autorizadas caiu de 18,12 milhões para 17,01 milhões, 1,10 milhão a menos (variação negativa de 6,1%). Já entre as concessionárias, o número caiu de 25,25 milhões para 24,51 milhões, 739,14 mil linhas a menos (variação de 2,93%).

Em termos absolutos, segundo a agência, São Paulo e Rio de Janeiro foram os Estados que apresentaram maiores reduções nos números de linhas fixas.

No Maranhão, entre fevereiro de 2016 e fevereiro de 2017, o número de linhas caiu de 107,23 mil para 104,09 mil, 3,14 mil a menos (variação negativa de 2,93%) entre as empresas autorizadas; e de 238,94 mil para 212,54 mil, 26,39 mil a menos (variação de 11,05%) entre as concessionárias.

Aumenta número de Estados no cadastro nacional de celulares roubados

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Uma parcela maior da população brasileira deve contar com a facilidade de bloqueio dos aparelhos roubados, furtados ou extraviados sem precisar ir às prestadoras da telefonia móvel. É que, em abril, São Paulo aderiu ao cadastro nacional de celulares roubados, ou Cadastro Nacional de Estações Móveis Impedidas (Cemi), a já há negociações adiantadas com o Distrito Federal para implementação do serviço.

Com o Cemi, o registro para o bloqueio do aparelho passa a ser realizado pelas polícias estaduais participantes do serviço e pela Polícia Federal. O sistema on-line permite às polícias fazer o registro dos terminais roubados, furtados ou extraviados diretamente na base de dados.

Sistema permite às polícias fazer registro dos terminais roubados, furtados ou extraviados
Sistema permite às polícias fazer registro dos terminais roubados, furtados ou extraviados

O departamento técnico da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) mantém conversações com Acre, Alagoas, Amapá, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins para ampliar o número de Estados participantes no cadastro nacional de celulares roubados.

São Paulo, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Roraima já assinaram o termo de adesão e se encontram aptos a utilizar o cadastro.

O Cemi é supervisionado pela Anatel, operado pela Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações (ABR Telecom) e implementado pelas prestadoras da telefonia móvel.