Telefonia móvel no Brasil registra queda de 2,35 mil linhas

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Em junho de 2017, o setor de telefonia móvel no Brasil registrou uma ligeira queda, com 2,35 mil linhas comparado a maio. No mês, o país alcançou 242,11 milhões de linhas móveis em operação. Já nos últimos 12 meses, a redução foi de 11,29 milhões de linhas móveis (-4,46%). Os dados foram divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) esta semana.

Em 12 meses, redução foi de 11,29 milhões de linhas na telefonia móvel
Em 12 meses, redução foi de 11,29 milhões de linhas na telefonia móvel

Os Estados que apresentaram maior queda no número de linhas móveis foram Rio Grande do Sul, com 42,02 mil linhas móveis (-0,3%); Pará, com 25,64 mil (-0,34%); e Bahia, com redução de 17,10 mil linhas (-0,11%).

Já os Estados com maior crescimento no número de linhas foram São Paulo, com aumento de 125,81 mil (0,2%); seguido por Pernambuco, com 11,31 mil novas linhas (0,11%); e Ceará, com 10,09 mil novas linhas (0,11).

Nos últimos 12 meses, todos os Estados apresentaram queda no número de linhas móveis.

Entre as tecnologias, o maior aumento no período foi do 4G, com adição de 4,22 milhões de linhas (5,54%); e de 40,85 milhões de novas linhas (102,91%) em 12 meses.

TV por assinatura no Brasil registra redução de 136,78 mil assinantes

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O setor de TV por assinatura registrou uma queda na base de assinantes de -0,73% em maio de 2017, na comparação com o mês anterior. No período, as empresas de TV paga perderam 136,78 assinantes, totalizando 18,64 milhões no mês, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Nos últimos 12 meses, a redução foi de assinantes alcançou -1,39%, com a saída de 262,56 usuários.

TV por assinatura no Brasil registra redução de 136,78 mil assinantes
TV por assinatura no Brasil registra redução de 136,78 mil assinantes

Por grupo econômico, a Oi apresentou a maior crescimento de abril para maio de 2017 e nos últimos 12 meses, 1,25% e 16,21% respectivamente. Nossa TV, Claro e Vivo apresentaram redução em ambos os períodos.

Entre abril e maio de 2017, quase todos os Estados brasileiros apresentaram redução no número de assinantes de TV por assinatura, exceto Maranhão (0,45%), Piauí (0,41%), Rio Grande do Sul (0,08%) e Tocantins (0,01%) que registraram pequenos crescimentos.

Na comparação entre maio de 2017 e maio de 2016, no entanto, Piauí, com 9,14%; Maranhão, com 7,68%; Rio Grande do Norte, com 5,21%; e Pará, com 4,84%, lideraram o crescimento.

Banda larga registra 163,39 mil novos usuários no Brasil

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O serviço de internet banda larga fixa alcançou 27,46 milhões de assinantes no fim do mês de maio de 2017, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgados esta semana, e registrou aumento de 163,39 mil clientes (0,6%) na comparação com o mês anterior.

Banda larga registra 163,39 mil novos usuários no Brasil
Banda larga registra 163,39 mil novos usuários no Brasil

Nos últimos 12 meses, foram adicionados à rede 1,41 milhão de clientes (crescimento de 5,45%).

Crescimento nos Estados

Nos Estados, entre abril e maio de 2017, a base de assinantes de Minas Gerais aumentou 1,55%, com 41,4 mil novos clientes; no Ceará, a elevação foi de 32,19 mil (5,12%); e, no Rio Grande do Norte, 27,77 mil (9,91%).

Nos últimos 12 meses, houve aumento de usuários em todos os Estados. Os maiores percentuais foram registrados nos Estados de São Paulo, com 248,01 mil novos clientes (2,63%); Minas Gerais, com 207,82 mil (8,28%); e Rio Grande do Sul, com 135,23 mil (8,56%).

Alta da banda larga nas operadoras

A prestadora Vivo liderou o crescimento no período com 28,07 mil novos assinantes (0,37%). A TIM apresentou elevação de 10,21 mil (2,96%); seguida pela Sky, com 6,06 mil assinantes (1,77%).

Na comparação com abril de 2016, a Vivo teve um aumento de 1,89% na sua base de assinantes, com mais 140,43 mil novos assinantes. A TIM registrou 57,13 mil novos clientes (19,15%); e a operadora Claro teve mais de 332,36 mil novos assinantes (4,03%).

Anatel registra queda de 217,03 mil linhas na telefonia móvel em todo o Brasil

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No mês de maio de 2017, a telefonia móvel no Brasil registrou queda de 217,03 mil linhas (-0,09%) comparado ao mês anterior (abril), segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgados esta semana. No período, o setor alcançou 242,11 mil linhas móveis em operação. Nos últimos 12 meses, a redução foi de 13,11 milhões de linhas móveis (-5,14%).

Anatel registra queda de 217,03 mil linhas na telefonia móvel em todo o Brasil
Anatel registra queda de 217,03 mil linhas na telefonia móvel em todo o Brasil

Por Estado, os que apresentaram maior queda no número de linhas móveis em maio, quando comparado ao mês anterior, foram Rio Grande do Sul, com 76,89 mil (-0,54%); Ceará, com 48,22 mil (-0,5%); e Alagoas, com redução de 15,92 mil linhas (-0,48%).

Já os Estados com maior crescimento no número de linhas foram Mato Grosso, com aumento de 16,99 mil (0,42%); seguido por Tocantins, com 6,16 mil (0,35%); e Rondônia, com 5,46 mil novas linhas (0,27%).

Nos últimos 12 meses, todos os Estados apresentaram queda no número de linhas móveis, segundo a Anatel.

No Maranhão, a variação entre abril e maio de 2017 foi de -14,47 mil linhas móveis (-0,25%). No período, o número de linhas em operação chegou a 5,72 milhões. Em 12 meses, a queda no número de linhas móveis foi de 368,98 mil (-6,05%).

Anatel autoriza criação da Linha da Vida, com chamadas gratuitas ao 188

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Após os atendimentos praticamente triplicaram, de 3,6 mil por mês para 9,2 mil nos últimos meses, para o Centro de Valorização da Vida (CVV) – organização que presta atendimento voluntário de apoio emocional e de prevenção ao suicídio –, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) autorizou a criação da Linha da Vida, com ligações gratuitas pelo número 188 em todo o país. O ato foi assinado pelo superintendente de Outorga e Recursos à Prestação da Anatel, Vitor Elísio Menezes.

Linha da Vida terá ligações gratuitas para prevenção ao suicídio no Brasil
Linha da Vida terá ligações gratuitas para prevenção ao suicídio no Brasil

A decisão veio após o êxito da experiência-piloto no Rio Grande do Sul. Por meio da experiência, a Anatel verificou o alto impacto no perfil dos atendimentos realizados pelo CVV devido à gratuidade das ligações. Ao realizar uma chamada para o atual número do CVV, 141, o usuário pagava em média R$ 0,07 de um telefone fixo e R$ 0,70 de um móvel por minuto.

Segundo a agência, no período experimental, as chamadas para o CVV, que antes eram 70% originadas de telefones fixos, passaram a ser 90% de aparelhos móveis; e o tempo médio de atendimento se manteve em torno de 20 minutos. Os dados demonstram que a gratuidade do serviço não resultou em aumento de ligações indevidas (trotes, por exemplo).

O ato autoriza o código 188 ao Ministério da Saúde, que estabeleceu convênio com o CVV para o atendimento. A Coordenação Geral de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do ministério contatou a Anatel em busca de um número de utilidade pública de emergência para suporte à política de redução dos índices de suicídio – assunto colocado em evidência pela série de televisão 13 Reasons Why.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de um milhão de pessoas morrem todo ano vítimas de suicídio no mundo, sendo que essa é uma das três principais causas de morte de pessoas na faixa de 15 a 44 anos.

A desativação do 141 ocorrerá em até 180 dias a partir da data de publicação do ato da Anatel no Diário Oficial da União.

Aumenta número de Estados no cadastro nacional de celulares roubados

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Uma parcela maior da população brasileira deve contar com a facilidade de bloqueio dos aparelhos roubados, furtados ou extraviados sem precisar ir às prestadoras da telefonia móvel. É que, em abril, São Paulo aderiu ao cadastro nacional de celulares roubados, ou Cadastro Nacional de Estações Móveis Impedidas (Cemi), a já há negociações adiantadas com o Distrito Federal para implementação do serviço.

Com o Cemi, o registro para o bloqueio do aparelho passa a ser realizado pelas polícias estaduais participantes do serviço e pela Polícia Federal. O sistema on-line permite às polícias fazer o registro dos terminais roubados, furtados ou extraviados diretamente na base de dados.

Sistema permite às polícias fazer registro dos terminais roubados, furtados ou extraviados
Sistema permite às polícias fazer registro dos terminais roubados, furtados ou extraviados

O departamento técnico da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) mantém conversações com Acre, Alagoas, Amapá, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins para ampliar o número de Estados participantes no cadastro nacional de celulares roubados.

São Paulo, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Roraima já assinaram o termo de adesão e se encontram aptos a utilizar o cadastro.

O Cemi é supervisionado pela Anatel, operado pela Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações (ABR Telecom) e implementado pelas prestadoras da telefonia móvel.