⅓ da população mundial está menos propensa a viajar para o Brasil

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Pesquisa Global Ipsos identificou o impacto de recentes episódios, como desastres naturais, mudanças políticas e ataques terroristas, nos planos de viagens de cidadãos de 25 países para 30 destinos sugeridos. O resultado não é animador para o Brasil: 33% dos entrevistados afirmaram que perderam o interesse em viajar para o Brasil. Apenas um entre cada 10 entrevistados se mostrou firme no desejo.

Brasileiros não demostram grande interesse em sair do país, segundo pesquisa Ipsos
Brasileiros não demostram grande interesse em sair do país, segundo pesquisa Ipsos

os brasileiros não demostram um grande interesse em sair do país. Questionados se pretendem ou não realizar viagens internacionais, 61% disseram que se tornaram menos propícios contra 12% que demonstraram interesse.

No caso específico dos Estados Unidos, 54% dos entrevistados brasileiros declararam que tem baixo interesse em visitar a terra do presidente Donald Trump. O número é muito próximo com o de dois outros países latino-americanos: os entrevistados de México e Argentina com 51% (o mesmo percentual para ambos) também não desejam ir aos Estados Unidos.

54% dos brasileiros declararam ter baixo interesse em viajar aos Estados Unidos
54% dos brasileiros declararam ter baixo interesse em viajar aos Estados Unidos

Apesar deste resultado, os Estados Unidos são um dos destinos preferidos da população mundial no momento ao lado de países como Itália, Canadá, Austrália e Reino Unido. Indianos (48%) e chineses (36%) são os que mais demonstram interesse em visitar os Estados Unidos. Novamente os indianos (37%) e os chineses (34%) são os mais favoráveis a visitarem o Canadá.

A pesquisa ocorreu em 25 países: África do Sul, Alemanha, Arabia Saudita, Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Coréia do Sul, Espanha, Estados Unidos França, Grã-Bretanha, Hungria, Índia, Itália, Japão, México, Peru, Polônia, Rússia, Servia, Suécia e Turquia. Foram entrevistadas 18,05 mil pessoas, sendo adultos de 18 a 64 anos nos Estados Unidos e no Canadá e de 16 e 64 anos nos demais países. A margem de erro é de 3,1%.

Logan, despedida a Wolverine à altura de Hugh Jackman: minha análise sobre o filme

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Se era para ser uma despedida, que despedida! Há mais de 15 anos – desde X-Men (2000) – na pele do nosso querido Wolverine, Hugh Jackman ‘desencarnou’ do mutante. Logan (2017), mais que o término de um ciclo, é um presente aos fãs da série, explorando o que há de mais profundo no personagem.

Enquanto assistia, ensaiava um trecho da minha análise em que eu diria que o filme não conta com um, mas três Wolverines; mas não só um, quatro Wolverines estrelam Logan – quem estiver atento aos detalhes, verá o quarto nos últimos segundos do filme.

Sem fazer segredo – mas sem dar spoiler –, Logan é, sim, um filme de violência, bastante violência, com cenas incrivelmente realistas. Com muito sangue e ‘cabeças – no sentido literal da expressão – rolando’ pelo chão, o filme empolga aos que buscam por ação.

A história se passa em 2029, num futuro idealizado com não só o domínio das máquinas no transporte de cargas pelas rodovias dos Estados Unidos, mas também em que os fones de ouvido ainda têm fios. Pequenas ‘falhas’ à parte, este mundo do futuro está perdendo os mutantes que pouco restam.

Em uma iniciativa do projeto Transigen, liderado pelo doutor Zander Rice (Richard E. Grant) e Nathaniel Essex (Boyd Holbrook), crianças foram criadas para se tornar novos mutantes. Entre elas, Laura (Dafne Keen), ou X-23, clone malsucedido que carrega em seu corpo a carga genética de Wolverine. Laura foi adotada por Gabriela (Elizabeth Rodriguez), enfermeira da Transigen. Mas assim como Laura, há outras crianças-mutantes que fugiram do projeto, e a Transigen não deixa isso por menos.

Dafne Keen é Laura, ou X-23, em Logan
Dafne Keen é Laura, ou X-23, em Logan

Na mira da maligna corporação que busca as crianças-mutantes, estão os poucos X-Men que restaram: Logan, Caliban (Stephen Merchant) e o professor Charles Xavier (Patrick Stewart), escondidos em uma fábrica abandonada na fronteira entre os Estados Unidos e o México.

Logan recebe missão de proteger sua ‘filha’, Laura
Logan recebe missão de
proteger sua ‘filha’, Laura

Logan, que até então tentava levar uma pacata vida de motorista de limusine, recebe a missão de proteger sua ‘filha’, Laura, e levá-la ao encontro das outras crianças-mutantes, refugiadas no ‘Éden’, na Dakota do Norte.

Doente e viciado em bebida, Logan mostra um lado mais ‘humano’ de Wolverine. Vai além: o filme passeia pelas nuances de filho, pai e avô de Logan. Isso é muito bem representado no cuidado que Logan demonstra ter, o tempo todo, com seu mentor, Charles Xavier; e, posteriormente, com sua ‘filha’.

Doente, Xavier vive escondido na fronteira do México
Doente, Xavier vive escondido na fronteira do México
Filme tem todos elementos de uma grande batalha
Filme tem todos elementos
de uma grande batalha

Aliás, o professor X – ainda que tomado por transtornos psíquicos – protagoniza cenas de arrepiar, demonstrando toda a força do seu poder, e a grande resistência necessária a ele.

Com X-24 – o bem-sucedido clone de Wolverine –, o filme traz a batalha mais ‘épica’, se posso assim dizer, da série; superando o até bonzinho X-Men Origens: Wolverine (X-Men Origins: Wolverine, 2009) e o pouco provocante Wolverine: Imortal (The Wolverine, 2013).

Ação, drama, despedidas… não só para Hugh Jackman. Sim, outros personagens morrem no filme, dando um toque melancólico a grande parte das cenas.

Filme marca despedida de Hugh Jackman a Wolverine
Filme marca despedida de Hugh Jackman a Wolverine

Com um fim que não só honra a trajetória de Hugh, Logan ou Wolverine – como você preferir –, mas homenageia todos os X-Men, só não se não se rendem à emoção os mais fortes.

Cruzeiros terão roteiro com saída de Cuba

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A maior companhia privada de cruzeiros e líder no Mediterrâneo, América do Sul e Sul da África, anunciou que terá partida do porto de Havana, em Cuba, para seus 16 roteiros pelo Caribe durante a temporada 2015/2016. Os roteiros passam a funcionar a partir de dezembro de 2015 e terão duração de sete noites, partindo de Havana, onde permanece por duas noites; com destino à Jamaica, Ilhas Cayman e México.

Estamos muito satisfeitos por oferecer esse novo destino aos turistas das Américas e de todo o mundo. O novo cruzeiro destaca o nosso fiel compromisso em disponibilizar aos hóspedes os melhores e mais requisitados itinerários caribenhos. Além disso, essa estratégia aumenta a nossa oferta global e proporciona uma experiência ainda melhor aos turistas Gianni Onorato, CEO da armadora

As reservas para os novos cruzeiros estarão disponíveis a partir do dia 9 de julho, com a possibilidade de combinar a parte marítima com complementos opcionais, como a parte aérea, seguro viagem e outros serviços.