Maranhão registra mais de 2 mil queimadas em julho

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O Maranhão superou, na manhã deste sábado (29), a marca de 2 mil queimadas registradas somente no mês de julho de 2017, aumento de mais de 135% comparado ao mês anterior. Os dados, apurados pelo Blog do Maurício Araya – que, agora, conta com uma página eletrônica com dados atualizados em tempo real sobre o risco de queimadas nas principais regiões do Maranhão –, são do Programa de Monitoramento de Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

3,49 mil queimadas já foram registradas no Maranhão, em 2017; 2 mil somente em julho
3,49 mil queimadas já foram registradas no Maranhão, em 2017; 2 mil somente em julho

O número já é maior que a média histórica para o mês (com dados registrados desde 1998) de 1,16 mil focos de incêndio. Com 3,49 mil focos, o Maranhão é o quarto Estado do país com maior número de focos identificados pelos satélites do Inpe, atrás de Mato Grosso, Pará e Tocantins.

Fernando Falcão – localizado na região central do Maranhão, a 554 km de distância da capital, São Luís – é o único município maranhense no ‘top 10’ de cidades com maiores índices de queimadas: em 2017, já foram mais de 350.

Os dados preocupam, já que, com o início do período de seca no Estado, a tendência é de aumento dos índices de queimadas e incêndios florestais nos meses de agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro. O pico é registrado, normalmente, em setembro e outubro, com média de 4,4 mil e 4,17 mil, respectivamente.

Para os próximos meses, o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), do Inpe, prevê condições de pluviosidade e temperatura dentro do normal, sem anomalias climáticas.

Queimadas e incêndios florestais devem ser denunciados

Além de destruir a fauna e flora, as queimadas e incêndios florestais causam poluição atmosférica com prejuízos à saúde das pessoas, e, em nível global, estão associadas a modificações da composição química da atmosfera. Devastando anualmente em média cerca de 15 mil km² por ano de florestas, o Brasil é o quinto país mais poluidor do mundo.

No país, quase a totalidade delas é causada pelo homem, seja para limpeza de pastos, preparo de plantios, desmatamentos, colheita manual de cana-de-açúcar, vandalismo, balões de São João, disputas fundiárias, protestos sociais, etc.

Legislações federal, estaduais e municipais proíbem a prática, que pode ser denunciadas ao Corpo de Bombeiros, secretarias estaduais de Meio Ambiente, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), prefeituras e institutos florestais. A lista completa de órgãos envolvidos na prevenção e combate às queimadas e incêndios florestais pode ser encontrada na página eletrônica do Inpe na internet.

Anatel registra queda de 217,03 mil linhas na telefonia móvel em todo o Brasil

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No mês de maio de 2017, a telefonia móvel no Brasil registrou queda de 217,03 mil linhas (-0,09%) comparado ao mês anterior (abril), segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgados esta semana. No período, o setor alcançou 242,11 mil linhas móveis em operação. Nos últimos 12 meses, a redução foi de 13,11 milhões de linhas móveis (-5,14%).

Anatel registra queda de 217,03 mil linhas na telefonia móvel em todo o Brasil
Anatel registra queda de 217,03 mil linhas na telefonia móvel em todo o Brasil

Por Estado, os que apresentaram maior queda no número de linhas móveis em maio, quando comparado ao mês anterior, foram Rio Grande do Sul, com 76,89 mil (-0,54%); Ceará, com 48,22 mil (-0,5%); e Alagoas, com redução de 15,92 mil linhas (-0,48%).

Já os Estados com maior crescimento no número de linhas foram Mato Grosso, com aumento de 16,99 mil (0,42%); seguido por Tocantins, com 6,16 mil (0,35%); e Rondônia, com 5,46 mil novas linhas (0,27%).

Nos últimos 12 meses, todos os Estados apresentaram queda no número de linhas móveis, segundo a Anatel.

No Maranhão, a variação entre abril e maio de 2017 foi de -14,47 mil linhas móveis (-0,25%). No período, o número de linhas em operação chegou a 5,72 milhões. Em 12 meses, a queda no número de linhas móveis foi de 368,98 mil (-6,05%).

Banda larga no Brasil registra 27,17 milhões de assinantes

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A internet banda larga no Brasil registrou, no mês de março de 2017, 27,17 milhões de assinantes, com a adição de 286 mil novos assinantes, crescimento de 1,06% em comparação com o mês anterior. Em 12 meses, o serviço de banda larga fixa no país teve adição de 1,36 milhão de clientes (variação de 5,28%). Os dados foram divulgados esta semana pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Banda larga no Brasil registra 27,17 milhões de assinantes
Banda larga no Brasil registra 27,17 milhões de assinantes

De fevereiro para março de 2017, os maiores crescimentos percentuais registrados foram nos Estados do Mato Grosso, com 17,68 mil novos clientes (5%); Amapá, com 2,2 mil (4,02%); e Santa Catarina, com 45,71 mil (3,85%). No Maranhão, houve crescimento na base de usuários, de 0,76%.

Em 12 meses, todos os Estados apresentaram crescimento, e os maiores percentuais foram registrados no Amapá, com 6,66 mil usuários (13,26%); Maranhão, com 24,34 mil (12,21%); e Mato Grosso, com 36,11 mil (10,77%). No Maranhão, o número de assinantes cresceu de 199,27 mil para 223,61 mil.

Aumenta número de Estados no cadastro nacional de celulares roubados

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Uma parcela maior da população brasileira deve contar com a facilidade de bloqueio dos aparelhos roubados, furtados ou extraviados sem precisar ir às prestadoras da telefonia móvel. É que, em abril, São Paulo aderiu ao cadastro nacional de celulares roubados, ou Cadastro Nacional de Estações Móveis Impedidas (Cemi), a já há negociações adiantadas com o Distrito Federal para implementação do serviço.

Com o Cemi, o registro para o bloqueio do aparelho passa a ser realizado pelas polícias estaduais participantes do serviço e pela Polícia Federal. O sistema on-line permite às polícias fazer o registro dos terminais roubados, furtados ou extraviados diretamente na base de dados.

Sistema permite às polícias fazer registro dos terminais roubados, furtados ou extraviados
Sistema permite às polícias fazer registro dos terminais roubados, furtados ou extraviados

O departamento técnico da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) mantém conversações com Acre, Alagoas, Amapá, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins para ampliar o número de Estados participantes no cadastro nacional de celulares roubados.

São Paulo, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Roraima já assinaram o termo de adesão e se encontram aptos a utilizar o cadastro.

O Cemi é supervisionado pela Anatel, operado pela Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações (ABR Telecom) e implementado pelas prestadoras da telefonia móvel.

6,4 mil queimadas

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O Maranhão registrou, em setembro, o maior índice de queimadas em 2015: foram 6.423 focos, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O valor é maior que a média histórica para o mês de setembro: 4.659. Os dados são registrados pelo instituto desde 1998.

De janeiro a setembro, foram 15.335 focos em todo o Estado. Nos primeiros dias de outubro, já foram 1.331, totalizando 16.666 focos em 2015.

O índice coloca o Estado em terceiro lugar no ranking de queimadas de todo o país, ficando atrás somente do Mato Grosso (24.245 focos) e Pará (23.116).

Arte: Maurício Araya

Até a metade do mês, grande parte do Maranhão aparece em estado crítico (destaque em vermelho escuro) para o risco de fogo, como mostra o mapa elaborado pelo Inpe – veja abaixo.

Inpe

As altas temperaturas e baixa umidade relativa do ar propiciam as queimadas no Maranhão, em especial no sul do Estado. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), índices inferiores a 60% não são adequados para a saúde humana.

Além de aumentar o potencial de incêndios florestais, a baixa umidade pode provocar complicações alérgicas e respiratórias, sangramento pelo nariz, ressecamento da pele e irritação dos olhos.

Foto em destaque: Luiz Fernandes.

Se planejando para a baixa temporada? Veja opções

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Com a baixa temporada iniciando em agosto, o turista brasileiro já pode encontrar pacotes e hospedagens mais baratos. Os destinos são os mais variados por todo o Brasil. Por isso é bom se antecipar, para conseguir bons descontos.

Paraty, no Rio de Janeiro, é opção para quem busca belas praias. Já para quem curte aventuras e um destino mais exótico, a dica é o pantanal mato-grossense.

Veja algumas opções de hospedagem nos destinos:

Paraty (RJ)
O pacote para casal de duas noites e três dias tem preço inicial de R$ 990, dependendo do bangalô escolhido. As diárias incluem café da manhã e 10% de desconto em tratamentos corporais e late check-out. Como opções de lazer, há passeios de barco e pesca, cachoeiras, ilhas e praias, trilhas pela Mata Atlântica, mergulhos, engenhos de pinga, cavalos, esportes de aventura, bicicletas, etc.

Divulgação

Informações: (24) 3371-2791 / (11) 3129-4114
Reservas: clique aqui

Poconé (MT)
A pousada se encontra em um terreno com sete mil hectares. A diária para duas pessoas fica a partir de R$ 540, e inclui café da manhã, almoço e jantar , além de um passeio de barco ou passeio a cavalo (por diária) e caminhada pelas trilhas ecológicas.

Divulgação

Informações: (65) 3345 1338 / (65) 3345 2317
Reservas: clique aqui