Refrigerante ou suco industrializado: qual é a melhor opção?

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Em busca de deter o avanço da obesidade, que já atinge 53% dos brasileiros, o Ministério da Saúde, fez um anúncio, em junho de 2017, que levantou muitas discussões: um acordo vem sendo estudado para acabar com a oferta de refil de refrigerantes nas redes fast-food.

Refrigerante ou suco industrializado: qual é a melhor opção?
Refrigerante ou suco industrializado: qual é a melhor opção?

Mas não é apenas à obesidade que o consumo de refrigerante pode ser associado. Por ser rica em açúcar, a bebida também aumenta o risco de diabetes tipo 2. As versões light e zero, por sua vez, costumam trazer muito sódio em sua composição, o que prejudica a capacidade de retenção de líquidos pelo organismo. Esses motivos já seriam suficientes para pensar em interromper o consumo, mas ainda vale lembrar do excesso de ácidos, que provoca irritação das mucosas do estômago e pode causar feridas nas paredes estomacais.

A ‘perseguição’ ao refrigerante ganhou mais força no ano passado, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) falou sobre a possibilidade de aumento de impostos sobre bebidas açucaradas. A recomendação, nesse caso, também se estendia aos sucos industrializados, já que a maioria dos oferecidos nos supermercados tem alto teor de corantes artificiais e conservantes químicos. Essas substâncias alergênicas causam um efeito cumulativo no organismo e, como consequência, o fígado e o pâncreas ficam sobrecarregados.

Diante dessas informações, a dúvida que fica é: ainda resta alguma alternativa quando se quer uma bebida prática, saborosa e que ofereça benefícios à saúde? No mercado, os chamados sucos saudáveis vêm ganhando espaço. Mas entre refrigerante ou suco industrializado, qual é a melhor opção?

O aumento da oferta é resultado de mais consumidores buscando atributos como qualidade e purificação do organismo, como explica o sócio-diretor da Juxx, Edson Mazeto.

As pessoas estão cada vez mais preocupadas com o bem-estar e interessadas nas propriedades que as bebidas oferecem. Os néctares e refrescos que infelizmente são maioria nas gôndolas têm pouca concentração de frutas e, portanto, não oferecem os benefícios nutricionais adequados

As bebidas feitas à base de frutas – as funcionais – ainda respondem por uma fatia pequena do mercado, algo em torno de 3%. Mas, segundo estudos da Euromonitor, estão cada vez mais presentes no cardápio dos brasileiros: até 2020, o nicho deve crescer 11,6%.

Pode substituir o açúcar? Ser consumido todos os dias? Veja mitos e verdades sobre o mel

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O mel, além de saboroso, possui diversos nutrientes essenciais para a saúde do nosso corpo, entre eles, proteína e sais minerais. Elaborado pelas abelhas a partir do néctar coletado das flores, o mel ainda conta com vitaminas A, B1, B2, B3, B5, B6, C e Biotina. No entanto, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre os benefícios e supostos malefícios que o alimento traz à saúde. Para esclarecer mitos e verdades sobre o mel, Cyntia Maureen, nutricionista e consultora da empresa alimentícia Superbom, lista alguns deles.

Pode substituir o açúcar? Ser consumido todos os dias? Veja mitos e verdades sobre o mel
Pode substituir o açúcar? Ser consumido todos os dias? Veja mitos e verdades sobre o mel

Mel é um ótimo substituto para o açúcar

Verdade. Para quem procura uma vida saudável e evita comer alimentos com açúcar, trocá-lo pelo mel é uma ótima opção, já que o mesmo possui alto valor energético e é rico em frutose e glicose. “O mel é um composto de baixo índice glicêmico, mas deve ser consumido com cautela. O consumo de duas colheres diárias do alimento é ideal”, conta a especialista.

Não pode ser consumido todos os dias

Mito. Ingerir a quantidade ideal de mel por dia pode trazer muitos benefícios tanto à saúde, quanto para a pele. O alimento é um dos responsáveis pelo bom funcionamento das nossas células nervosas, essenciais para a realização de diversos processos em nosso corpo. “É extremamente importante que o mel seja o mais natural e puro possível. Os alimentos com aditivos extras de sacarose não trazem os mesmos efeitos positivos ao nosso organismo”, explica.

Mel pode substituir o açúcar e fazer parte do cardápio de todos os dias
Mel pode substituir o açúcar e fazer parte do cardápio de todos os dias

Atua contra o envelhecimento e doenças

Verdade. O mel é uma das principais fontes de antioxidantes. Essas substâncias, além de minimizar o impacto que os radicais livres causam nas células do nosso corpo, previnem o envelhecimento e o aparecimento de doenças como o Alzheimer, por exemplo. “Para não perder essa ação, o ideal é consumir um mel de qualidade e que não endureça quando conservado. Se possível, saiba a procedência deste. Também vale destacar que o cozimento do alimento pode eliminar o seu trabalho antioxidante”, pondera a nutricionista.

Não pode ser consumido durante a menopausa

Mito. O consumo do mel é indispensável para as mulheres que estão no período da menopausa. “Nessa fase, elas sofrem com queda de estrógeno e cálcio. O alimento, então, contribui para a reposição desses elementos tão importantes para a saúde feminina”, pondera.

É um ótimo aliado para os problemas de garganta

Verdade. A tradicional receita da nossa avó para amenizar essa dor ainda é a melhor. O mel age diretamente nas mucosas e lubrifica a garganta, ajudando a reduzir a irritação e as dores. Ele é extremamente eficaz quando se trata de resfriados e inflamação. “É importante ressaltar que o alimento alivia os sintomas, mas não cura efetivamente as doenças”, comenta.