Nunca desperte o interesse pela concorrência

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Num cenário de crise econômica, empreendedores buscam na fidelização um meio de manter seus clientes. Não à toa. Oferecendo algumas vantagens, é possível atingir dois objetivos: satisfação e confiança da clientela. Essa talvez seja a ‘regra de ouro’ do mercado. Não sou ‘autoridade’ no assunto, mas vou contar para vocês um caso que aconteceu comigo e que revela o outro lado dessa regra, algo para não se repetir. A moral: nunca desperte o interesse pela concorrência.

No comércio, no mercado de trabalho, na vida amorosa... não desperte o interesse pela concorrência
No comércio, no mercado de trabalho, na vida amorosa… não desperte o interesse pela concorrência

Nesse fim de semana, em uma noite de chuva, resolvi pedir um lanche em casa. Liguei para o delivery da hamburgueria que já estou acostumado a pedir, e que, além da várias lojas na São Luís, mantém um food truck perto de onde eu moro. Pela distância, o lanche sempre chega bem rápido, mas, nessa noite em questão, a atendente me informou que não seria possível fazer a entrega na minha região, por causa da chuva e de ‘alagamentos’ – argumento que, pensando depois, nem se justificava.

Quando pensei que ela me informaria que o pedido sairia da matriz da rede, e não do food truck, ela simplesmente agradeceu minha compreensão e desligou. Fiquei até sem reação, sem entender que aquilo havia realmente acontecido.

Entendo que uma unidade da rede pode ter problemas operacionais pelos mais diversos motivos; mas, naquela noite, não acredito que a rede inteira teria dificuldades para realizar uma entrega pelo delivery. A matriz da rede fica a apenas 7,2 km da minha casa; o food truck a, mais ou menos, 200 metros.

Na internet, fui em busca de outra lanchonete que disponibilizasse o serviço de delivery. Encontrei uma a 7,6 km de distância. Na mesma noite e com a mesma condição de chuva, minha segunda opção estava disponível para realizar a entrega. Fiz meu pedido; o lanche foi entregue a tempo; e posso até dizer que, em termos de sabor, não deixou nada a desejar.

Agora sei que tenho uma segunda opção, e que, com o tempo, pode virar a primeira. Fazendo um retrospecto, lembro-me que cheguei à rede do tal food truck exatamente pelo mesmo caminho: perdendo a confiança na marca e descobrindo que outra entrega igual ou melhor produto ou serviço.

Por isso, repito: nunca desperte o interesse pela concorrência. No comércio, no mercado de trabalho, na vida amorosa… em tudo. Não dê espaço para descoberta. Nunca desperte o interesse pela concorrência.

E você? Tem alguma história parecida? Perdeu a confiança em uma marca? Conte para mim nos comentários.

Anatel autoriza criação da Linha da Vida, com chamadas gratuitas ao 188

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Após os atendimentos praticamente triplicaram, de 3,6 mil por mês para 9,2 mil nos últimos meses, para o Centro de Valorização da Vida (CVV) – organização que presta atendimento voluntário de apoio emocional e de prevenção ao suicídio –, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) autorizou a criação da Linha da Vida, com ligações gratuitas pelo número 188 em todo o país. O ato foi assinado pelo superintendente de Outorga e Recursos à Prestação da Anatel, Vitor Elísio Menezes.

Linha da Vida terá ligações gratuitas para prevenção ao suicídio no Brasil
Linha da Vida terá ligações gratuitas para prevenção ao suicídio no Brasil

A decisão veio após o êxito da experiência-piloto no Rio Grande do Sul. Por meio da experiência, a Anatel verificou o alto impacto no perfil dos atendimentos realizados pelo CVV devido à gratuidade das ligações. Ao realizar uma chamada para o atual número do CVV, 141, o usuário pagava em média R$ 0,07 de um telefone fixo e R$ 0,70 de um móvel por minuto.

Segundo a agência, no período experimental, as chamadas para o CVV, que antes eram 70% originadas de telefones fixos, passaram a ser 90% de aparelhos móveis; e o tempo médio de atendimento se manteve em torno de 20 minutos. Os dados demonstram que a gratuidade do serviço não resultou em aumento de ligações indevidas (trotes, por exemplo).

O ato autoriza o código 188 ao Ministério da Saúde, que estabeleceu convênio com o CVV para o atendimento. A Coordenação Geral de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do ministério contatou a Anatel em busca de um número de utilidade pública de emergência para suporte à política de redução dos índices de suicídio – assunto colocado em evidência pela série de televisão 13 Reasons Why.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de um milhão de pessoas morrem todo ano vítimas de suicídio no mundo, sendo que essa é uma das três principais causas de morte de pessoas na faixa de 15 a 44 anos.

A desativação do 141 ocorrerá em até 180 dias a partir da data de publicação do ato da Anatel no Diário Oficial da União.

Crianças também precisam administrar o tempo?

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Tudo o que as mães e pais desejam é que seus filhos sejam bem-sucedidos, e para alcançar o resultado, é preciso muito além da determinação. Você sabia que as crianças também precisam administrar o tempo?

Crianças também precisam administrar o tempo?
Crianças também precisam administrar o tempo?

Os melhores resultados são alcançados quando aprendemos a nos organizar e ser mais produtivos, e esse aprendizado deve começar logo cedo, na infância, defende o especialista em gestão do tempo e produtividade Christian Barbosa, CEO da Triad PS, empresa especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo.

No artigo compartilhado com o Blog do Maurício Araya, Christian fala sobre a importância de ensinar as crianças a administrarem o tempo:

Você, pai ou mãe, com certeza espera que seu filho seja bem-sucedido em tudo o que fizer e deseja um futuro próspero nos diversos campos da vida. Os melhores resultados são alcançados quando aprendemos a nos organizar e ser mais produtivos – e esse aprendizado deve começar logo cedo.

Muitos pais me perguntam maneiras de ajudar as crianças a administrar o tempo para otimizar resultados, especialmente nos estudos. É claro que isso não acontece do dia para a noite, mas você pode ensinar produtividade de forma lúdica, divertida, sem cobrança nem chatices. Afinal, as práticas aprendidas na infância de forma leve tendem a perdurar pelo resto da vida.

Geralmente somos improdutivos porque, na infância, vimos os nossos pais utilizando mal o tempo, postergando tarefas e deixando tudo para a última hora. Nosso padrão de produtividade é influenciado pelo meio sociocultural em que vivemos.

O intuito de organizar a rotina das crianças, definir prioridades e prazos para cada atividade não é torná-la maçante. Muito pelo contrário: se o pequeno organiza suas tarefas, sobra mais tempo para brincar e se divertir com o que gosta. E como os pais podem ajudar nisso? Um bom método é fazer concessões. Seu filho entregou um trabalho importante dentro do prazo? Ofereça uma ‘recompensa’. Pode ser um tempinho a mais jogando videogame ou até um ‘bônus’ na mesada.

A primeira coisa importante é fazer com que a criança arrume o quarto. A organização do espaço físico também ajuda a ordenar as ideias; além disso, quando cada coisa está em seu devido lugar, a criança não perde tempo procurando. Nesse ambiente, vocês também podem montar um quadro de atividades, que pode ser semanal – escolham um dia da semana para se reunir e registrar as atividades do dia seguinte lá. Dessa forma, fica mais fácil visualizar o volume de tarefas e os prazos.

Outro ponto fundamental é estimular a criança a se antecipar. Se ela tem uma prova na quinta-feira, por exemplo, faça com que estude na terça e não deixe para o último momento. As crianças, ainda mais que os adultos, não precisam viver correndo. E, acima de qualquer coisa, lembre-se: o melhor ensino é o exemplo, e isso também vale para hábitos produtivos.

Mitos e verdades sobre o vinho: veja as principais curiosidades

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Queijos e vinhos, diferença de estilos e harmonização: um mundo de curiosidades e sabores. Joana Neuding, sommelière da Vinho Seleto, empresa especializada em vinho, comida e cultura, revela alguns mitos e verdades sobre o vinho.

Queijo só harmoniza com vinho tinto: mentira!
Diferente do que todos pensam, queijos harmonizam melhor com vinhos brancos e espumantes. O vinho de sobremesa também é um bom companheiro para a iguaria.

É claro que essa é uma generalização e tudo vai depender da variedade do queijo, do terroir, do produtor, do tempo de maturação, cremosidade e teor de umidade, da acidez, do quão salgado e gorduroso ele é, se possui fungos, especiarias, enfim

Se você acha que certos tipos de vinho só servem para uma ou outra coisa, pode estar enganado
Se você acha que certos tipos de vinho só servem para uma ou outra coisa, pode estar enganado

Mas, a grosso modo, queijos frescos, frescos curados e brancos moles, acompanham bem um espumante ou, ainda, um Sauvignon Blanc. As variedades semimoles da iguaria combinam com um Riesling ou um Gewürztraminer, ambos brancos.

O vinho tinto ganha a cena apenas quando a harmonização é feita com queijos duros. Aqui vale um tinto, bem encorpado. Italiano ou francês são excelentes pedidas.
Já os queijos azuis, ou com fungos, pedem um bom vinho de sobremesa, que pode ser tinto ou branco. Experiente a combinação com o Porto ou com o Sauternes.

É válido lembrar, contudo, que quando o assunto é harmonização, existem dicas importantes que podem melhorar a experiência, mas nunca devemos desprezar preferências pessoais e testes empíricos

O champagne se inventou sozinho: verdade!
O champagne, o espumante mais famoso do mundo, inventou-se sozinho. Don Perrignon foi muito importante para melhorar a qualidade do vinho na região e também famoso por ‘domar as bolhas’, causadas por algumas leveduras que continuavam fermentando a bebida já pronta dentro da garrafa.

Essas leveduras ‘dormiam’ durante o inverno e, com a chegada da primavera, elas ‘acordavam’ e continuavam a fermentar o líquido, causando bolhas e estourando as rolhas. Foi um longo processo até que Don Perrigon conseguisse domar esses copos gasosos e chegássemos à bebida que temos hoje

Champagne, espumante mais famoso do mundo, inventou-se sozinho
Champagne, espumante mais famoso do mundo, inventou-se sozinho

Todo vinho deve ser decantado: mentira!
Nem todo o vinho deve ser decantado. A função de decantar são duas:

Para abrir o vinho, ele precisa respirar para soltar os aromas que estão presos e vai ser mais agradável na hora de beber. Para isso ele precisa de uma superficial maior em contato com o ar para liberar essas moléculas. Normalmente vinhos muito encorpados, com muito tanino e álcool ou vinhos antigos. Cuidado com vinhos antigos delicados porque ao decantá-los você pode ‘mata-lo’.

Cuidado ao decantar vinhos antigos delicados: você pode ‘mata-lo’
Cuidado ao decantar vinhos antigos delicados: você pode ‘mata-lo’

A segunda é filtrar as borras que ficam no fundo da garrafa.

O vinho branco é, exclusivamente, produzido com uvas brancas: mentira!
Parece impossível, mas o vinho branco também pode ser feito com uvas vermelhas. O que será aproveitado na produção do vinho é a polpa, que é incolor. O mosto, não entrará em contato com a casca escura, ou seja, o processo deixará o vinho branco. Um exemplo é o Champagne, que muitas vezes tem a uva tinta Pino Noir.

Veterinários dão dicas de cuidados com os pets no inverno

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O inverno no hemisfério sul do planeta está chegando, começa no próximo 21 de junho (uma quarta-feira), e a queda de temperatura e a diminuição na umidade do ar, nas regiões ao sul do Brasil, são mudanças que os animais mais sentem no inverno. Por isso, o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP) elaborou orientações de cuidados com os pets no inverno.

Cães e gatos são mais propensos a sofrer de doenças respiratórias, osteoarticulares e oculares no inverno
Cães e gatos são mais propensos a sofrer de doenças respiratórias, osteoarticulares e oculares no inverno

Cães e gatos, neste período, são mais propensos a sofrer de doenças respiratórias, osteoarticulares e oculares. Segundo médicos-veterinários, alguns dos sintomas que os pets podem apresentar são espirros, tosses, secreção nasal, febre, entre outros.

Pensando no bem-estar dos animais domésticos, o médico-veterinário doutor Rodrigo Mainardi, conselheiro e integrante da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do CRMV-SP, indica oito cuidados para que a saúde dos pets não seja afetada.

Proteção

Uma das principais recomendações dos médicos-veterinários é proteger os animais do vento e da chuva. Casinhas, cobertas e roupas são itens essenciais nesse período.

Entre as raças que mais sentem frio, estão os cães magros e de pelo curto, como o Pinscher e o Tekel. Já os cães que apresentam várias camadas de pelo e subpelo, como o Chow Chow e o São Bernardo, podem não precisar de roupas dentro de casa, mas ainda é importante que tenham cobertores e abrigos à sua disposição.

Para os passeios, dê preferência a locais não tão expostos ao vento e a chuva
Para os passeios, dê preferência a locais não tão expostos ao vento e a chuva

E, ao sair para passeios, além de vestir os animais, é recomendado que se dê preferência a locais não tão expostos ao vento e a chuva – e se possível, esperar para sair em períodos do dia em que a temperatura esteja mais amena.

Tosa

No inverno, as tosas mais curtas devem ser evitadas, já que a pelagem longa ajuda na proteção. Essa recomendação é ressaltada no caso de animais idosos ou que ficam ao relento, que, sem as tosas baixas, podem aproveitar sua proteção natural e ter menos exposição a agentes patológicos.

Apetite do animal

É comum, em dias frios, que o animal apresente aumento no apetite e passe a comer mais. A recomendação é ficar de olho nas refeições do animal e, se for o caso, dosar na quantidade.

A ingestão de ração industrializada em excesso pode levar ao aumento de peso de forma rápida, assim como o exagero na comida caseira

Vacinas

Para os cães e gatos, as pneumonias bacterianas também são mais comuns no inverno – o que representa um sinal de alerta. A recomendação dos médicos-veterinários é que as vacinas estejam sempre em dia e que nos passeios, locais com muitos animais sejam evitados devido a aglomeração e proliferação de bactérias.

No frio, também é mais comum a contração de traqueobronquite infecciosa canina, conhecida também como tosse dos canis, doença altamente contagiosa e ainda mais perigosa entre idosos e filhotes.

Escovação

Os animais, no frio, tendem a se lamber mais e acabam engolindo mais pelos do que o normal. Nos gatos, isso é mais preocupante, já que os pelos podem formar bolas no estômago e levar à constipação intestinal. Nos cães, o principal problema é a formação de nós, que podem levar a lesões de pele.

Banhos

Segundo os médicos-veterinários a frequência de banhos nos animais deve ser diminuída e, para a limpeza, o melhor é preferir dias de temperatura mais amena. A água do banho deve ser morna, e, logo depois, a secagem total do animal é essencial para que ele não fique exposto ao clima.

O ideal é que o animal não saia de casa por 30 minutos após o banho

Exercícios

No inverno, os animais tendem a mostrar menos disposição para atividades físicas. O frio, no entanto, é um ótimo período para isso, já que o apetite do animal costuma aumentar.

Em casa, é importante o estímulo de brincadeiras que os façam gastar a energia acumulada – e os passeios, se possível, também devem incluir brincadeiras e corridas, de preferência em horários com mais sol.

Hibernação

Nos dias muito frios é comum se notar uma mudança de comportamento do animal, que por vezes fica mais letárgico e sonolento, mas é preciso ter cuidado especial com répteis, alerta Mainardi.

Eles não têm controle de temperatura corporal, portanto sua temperatura é bem próxima a do ambiente. Caso não tenham aquecedores específicos para a espécie, hibernação poderá ocorrer principalmente nos cágados, tartarugas e jabutis. Muitos proprietários confundem a hibernação com o óbito do animal

Vale ficar de olho nos bichinhos.

Namoro ou união estável? Saiba as diferenças de cada relação

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Duas pessoas que têm uma relação afetiva e moram em casas separadas vivem um namoro ou união estável? Por não se fazer tal questionamento, principalmente no início da relação, muitos ex-parceiros conquistam direitos como pensão alimentícia e patrimônio, seja na dissolução em vida, seja na dissolução por morte da relação.

Relacionamento afetivo com moradia em casas separadas pode ser considerado namoro ou união estável? Tire suas dúvidas
Relacionamento afetivo com moradia em casas separadas pode ser considerado namoro ou união estável? Tire suas dúvidas

O alerta é da advogada especialista em direito de família e presidente da Associação de Direito de Família e das Sucessões (Adfas), Regina Beatriz Tavares da Silva.

As confusões entre namoro e união estável ocorrem em razão do fato de esta, poder caracterizar-se sem que o casal more na mesma casa. Tanto o namoro quanto a união estável dão-se no plano dos fatos. Porém, apenas a união estável tem efeitos jurídicos e gera direitos

A especialista explica que, para que seja considerada uma união estável, a relação precisa atender a quatro critérios, que devem ser verificados ao mesmo tempo: tratar-se de uma união pública, reconhecida socialmente, contínua e com a constituição de família.

Se algum desses requisitos não for identificado durante a vigência da relação, o juiz pode considerar que o relacionamento caracteriza-se apenas como um namoro, não produzindo quaisquer obrigações jurídicas em caso de separação.

No entanto, a lei não estabelece como requisito da união estável a moradia na mesma casa, e aí é que surgem as dificuldades de identificar o que é mero namoro do que é efetivamente uma união estável.

As trocas econômicas, como viagens e jantares propiciados por um dos parceiros, e o auxílio em alguns cuidados domésticos, comuns em muitos relacionamentos de namoro, são pontos que tornam ainda mais difícil identificar a natureza da relação, conforme aponta a advogada.

As pessoas, via de regra, sabem se vivenciam um namoro ou uma união estável, mas, quando dissolvem a relação, levando a questão ao Juiz, um deles pode querer se locupletar às custas do outro, alegando que viveram uma união estável quando na verdade era apenas namoro.

‘Separação de bens’ no namoro ou união estável

No caso da aquisição de bens em conjunto por um casal de namorados, a advogada Regina Beatriz recomenda que sejam tomados cuidados para impedir prejuízo a uma das partes, principalmente no que se refere à titularidade de automóveis ou imóveis, por exemplo.

Se o bem foi adquirido em nome dos dois será de ambos. No entanto, se ficar apenas em nome de um deles haverá necessidade da prova do montante do capital empregado pelo outro, para que se comprove a chamada sociedade de fato e direito de cada um sobre o bem

Embora reconheça a dificuldade em definir quando a relação evolui de um simples namoro para a união estável, a presidente da Adfas ressalta a importância dessa constatação.

É preciso que saibamos distinguir um namoro entre pessoas que não moram juntas e não formam uma família, das relações estáveis que se constroem por meio do tempo e não realizam uma celebração formal. Para isto, a declaração de namoro deve ser realizada pelos namorados e o pacto de união estável deve ser realizado entre os companheiros. Assim, evitam-se as confusões com os direitos e deveres

É chegada a hora de ‘discutir a relação’…

Quem são os solteiros no Brasil? Onde estão? O que querem? O que buscam?

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Com a proximidade do Dia dos Namorados, muita gente anda com o temor de continuar solteiro – inclusive este blogueiro, embora sabendo que o destino já é certo. Mas você sabia que muitos dos solteiros no Brasil buscam alguém com os mesmos valores? E que beleza é o penúltimo critério utilizado para escolher um pretendente? Afinal, quem são os solteiros no Brasil?

Pesquisa mostra perfil de comportamento dos solteiros no Brasil
Pesquisa mostra perfil de comportamento dos solteiros no Brasil

Uma pesquisa feita pelo Match Group LatAm – detentor das marcas ParPerfeito, OurTime, Divino Amor, Match.com, SingleParentMeet, G Encontros e Tinder – ouviu 4,8 mil pessoas em todo o país e define o perfil de comportamento do solteiro brasileiro.

Quando perguntados sobre quais são os três principais critérios para encontrar um amor, eles foram unânimes em dizer que querem alguém que tenha os mesmos valores, opção escolhida por 70%. Já um bom papo e pessoas que sejam inteligentes ficaram empatados com 51% de respostas.

Beleza é o penúltimo critério utilizado na escolha de um pretendente, como comenta o presidente do Match Group LatAm, Marcos Moraes.

Ser bonito ficou em quarto lugar com apenas 20% das escolhas, desmistificando a ideia de que, em sites e apps de relacionamento, as pessoas priorizam a aparência para escolher os pretendentes

Sábado e domingo, segundo a pesquisa, são os dias preferidos por eles para se dedicarem à paquera. E fazem isso, principalmente, no período da noite.

Essa descoberta pode mudar a vida de algumas pessoas, afinal saber o melhor dia e horário pode ajudar muita gente acessar o site/app na hora certa

Falar que estão buscando um amor em sites de relacionamento também não é mais tabu, como já foi no passado: 83% dos respondentes garantem que não têm problema em contar aos seus amigos sobre ter conhecido seu amor por um site ou app de relacionamento.

‘Nos conhecemos na praia’ já não precisa ser mais desculpa na hora de contar para a família
‘Nos conhecemos na praia’ já não precisa ser mais desculpa na hora de contar para a família

Assim como a maioria dos solteiros (57%) conhece alguém que já se casou com uma pessoa por meio da internet.

Essas constatações mostram o avanço do brasileiro em enxergar a internet cada vez mais como uma aliada para a busca por um amor, como já acontece nos Estados Unidos há algum tempo, por exemplo

Os solteiros são muito bem informados e seguem todas as dicas de segurança para analisar bem o pretendente antes de marcar um encontro: 97% são cuidadosos e analisam caso a caso para definir qual é a hora certa de marcar de conhecer o crush pessoalmente e só saem depois de certo tempo que já estão conversando com a pessoa.

Já a rede social mais acessada no país, o Facebook, desponta como principal opção para analisar o pretendente na hora da paquera: 92% dos respondentes visitam o perfil do crush antes de qualquer outra.

Fica a dica: você também está sendo avaliado nas redes sociais.

E não é que as pessoas acima de 50 anos estão dominando a internet? De acordo com a pesquisa, 35% dos respondentes estão na faixa etária. Provavelmente, muitos já foram casados e se separaram, mas não desistiram de encontrar seu par, quem sabe para passar o resto da vida.

Percebemos também que houve um aumento da porcentagem de pessoas acima de 60 anos. Há uma diferença pequena da participação dos solteiros na faixa dos 40 anos (30%) e os de 30 anos, com 16%, respectivamente

Papais e mamães, diante da rotina de dedicação com os filhos, também estão usando mais os sites e apps de relacionamento para procurar um novo amor. A premissa de que pessoas com rotinas semelhantes se completam é verdadeira, pelo menos para 35% das pessoas que responderam à pesquisa que acreditam terem mais chance de se entenderem com quem tem filhos. O que não quer dizer que os solteiros sem filhos não consideram ter um relacionamento com pessoas que já têm filhos.