TV por assinatura no Brasil registra redução de 136,78 mil assinantes

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O setor de TV por assinatura registrou uma queda na base de assinantes de -0,73% em maio de 2017, na comparação com o mês anterior. No período, as empresas de TV paga perderam 136,78 assinantes, totalizando 18,64 milhões no mês, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Nos últimos 12 meses, a redução foi de assinantes alcançou -1,39%, com a saída de 262,56 usuários.

TV por assinatura no Brasil registra redução de 136,78 mil assinantes
TV por assinatura no Brasil registra redução de 136,78 mil assinantes

Por grupo econômico, a Oi apresentou a maior crescimento de abril para maio de 2017 e nos últimos 12 meses, 1,25% e 16,21% respectivamente. Nossa TV, Claro e Vivo apresentaram redução em ambos os períodos.

Entre abril e maio de 2017, quase todos os Estados brasileiros apresentaram redução no número de assinantes de TV por assinatura, exceto Maranhão (0,45%), Piauí (0,41%), Rio Grande do Sul (0,08%) e Tocantins (0,01%) que registraram pequenos crescimentos.

Na comparação entre maio de 2017 e maio de 2016, no entanto, Piauí, com 9,14%; Maranhão, com 7,68%; Rio Grande do Norte, com 5,21%; e Pará, com 4,84%, lideraram o crescimento.

TV por assinatura tem redução de 171,23 mil assinantes em todo o Brasil

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O setor de TV por assinatura registrou queda de 0,9% em abril de 2017, na comparação com o mês anterior, com a diminuição de 171,2 mil assinantes, segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) esta semana. No mês, a base total de assinantes chegou a 18,76 milhões.

TV por assinatura tem redução de 171,23 mil assinantes em todo o Brasil
TV por assinatura tem redução de 171,23 mil assinantes em todo o Brasil

Nos últimos 12 meses, a redução foi de 147,47 mil assinantes (-0,78%), de acordo com a Anatel.

Todos os Estados brasileiros apresentaram, entre março e abril de 2017, redução no número de assinantes de TV por assinatura. No entanto, na comparação entre abril deste ano e abril de 2016, Piauí, com 9,66%, Maranhão, com 7,32% e Rio Grande do Norte, com 6,26% lideraram o crescimento.

Grupos econômicos e tecnologias

Dos grupos econômicos acompanhados pela Anatel, a Oi apresentou a maior crescimento de março a abril e nos últimos 12 meses, 1,63% e 15,78% respectivamente. Claro/NET e Vivo apresentaram redução em ambos os períodos.

Quanto às tecnologias, entre março e abril de 2017, a fibra ótica apresentou crescimento de 0,14%. Todas as outras tecnologias apresentaram redução. No entanto, em 12 meses a fibra ótica registrou crescimento de 20,6% e o número de usuários receptores de satélites se manteve praticamente estável (0,19%).

Aproveitamento de alimentos: canal de TV estreia série de receitas com ingredientes inusitados

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O Food Network, canal de TV por assinatura e desenvolvedor de conteúdo multiplataforma, estreia no dia 18 de maio em suas redes sociais e site, e posteriormente no canal de televisão, a série gastronômica Restô Food Network, com receitas criadas a partir de aproveitamento de alimentos que utilizam ingredientes como cascas, talos e folhas.

Brigadeiro feito a partir de casca de banana? Sim, é possível!
Brigadeiro feito a partir de casca de banana? Sim, é possível!

Com opções sustentáveis e acessíveis, criadas com a consultoria da ONG Banco de Alimentos, associação que atua com o objetivo de minimizar os efeitos da fome e combater o desperdício de alimentos, a série conta com 10 episódios – divididos entre receitas doces, salgadas, bebidas e aperitivos – que compartilham como utilizar integralmente os ingredientes, promovendo o consumo responsável e a economia doméstica.

No primeiro episódio, a receita tradicional de brigadeiro ganha o complemento da casca de banana, que além de acrescentar nutrientes ao preparo – como o aumento de fibras e maior teor de minerais em relação ao fruto, contribui para a diminuição de resíduos, já que a banana é a segunda maior fruta consumida do planeta, de acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

Brigadeiro de casca de banana é receita de estreia do Restô Food Network
Brigadeiro de casca de banana é receita de estreia do Restô Food Network

Atualmente, são descartados 1,3 bilhão de toneladas de alimentos por ano no mundo, segundo os dados de 2013 da FAO, e a maior parte da falta de aproveitamento integral ocorre na cozinha. Pensando nisso, o Food Network produziu a série, e, segundo a ONG parceira Banco de Alimentos, os benefícios em consumir integralmente frutas, legumes e vegetais são inúmeros. Dentre eles, o aumento da ingestão de vitaminas, minerais e fibras, que auxiliam no funcionamento do organismo e na diminuição do colesterol, além da redução do lixo orgânico e melhoria da economia.

“Como marca focada em gastronomia e lifestyle, pensamos em diversos aspectos da alimentação. O aproveitamento integral dos alimentos é importante para o público que se preocupa com a sustentabilidade atual e também das gerações futuras”, diz Adriana Alcântara, vice-presidente de marketing e produção da Scripps Networks Interactive Latin America.

A série Restô Food Network apresenta receitas que vão de opções simples para o café da manhã, como bolo de casca de abóbora e chocolate e pão de queijo com talos de rúcula, até receitas elaboradas para o almoço entre amigos, como risoto de casca de abobrinha, suflê de cascas e folhas de cenoura e refrigerante caseiro. A partir do dia 18, toda semana, às 17h, um novo vídeo vai ao ar na internet e, posteriormente, para o canal de televisão.

Veja a receita de estreia do Restô Food Network, de brigadeiro de casca de banana:

Ingredientes

2 latas de leite condensado
2 colheres de sopa de manteiga sem sal
4 colheres de sopa de chocolate em pó
4 unidades de casca de banana

Preparo

Higienize as cascas de banana com hipoclorito de sódio, seguindo as instruções de rotulagem, e corte-as em cubinhos;
Bata todos os ingredientes, com exceção da manteiga, no liquidificador;
Em uma panela em fogo médio derreta a manteiga e acrescente a mistura do liquidificador;
Mexa até o brigadeiro soltar do fundo da panela;
Deixe esfriar.

Rendimento: 20 porções de 20g cada;
Tempo de preparo: 35 minutos;
Dificuldade de preparo: fácil.

13 Reasons Why: minha análise sobre a série

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Mal estreou, a primeira temporada de 13 Reasons Why (Os 13 Porquês no Brasil, 20uk17), série original do Netflix, já causou burburinho entre as redes sociais. Bastante atual, discutindo temas que estão diariamente entre os jovens, não é difícil entender o sucesso tão repentino. E a expectativa era grande, já que ela é adaptada do livro de igual título, de Jay Asher.

TV por assinatura registra queda de 105,42 mil assinantes em todo o Brasil

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O mercado de TV por assinatura sentiu o peso da crise econômica no Brasil e registrou queda de 105,42 mil assinantes em todo o Brasil, entre dezembro de 2016 e janeiro de 2017. Os números são da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

No período, somente dois grupos econômicos apresentaram crescimento na base de assinantes. Todos os outros registraram queda. Entre dezembro de 2016 e janeiro de 2017, os grupos que trabalham com fibra ótica foram os únicos que registraram crescimento de 0,22%. Em 12 meses, a tecnologia teve alta de 27,35%, com 47,59 mil novos assinantes.

Também entre dezembro e janeiro, o Ceará liderou a redução percentual nos números de usuários de TV por assinatura, com 1,73% de assinantes a menos, seguido pelo Amazonas (-1,62%) e Amapá (-1,54%).

Piauí e Maranhão registraram alta, de 0,19% e 0,06% respectivamente.

Em 12 meses, TV por assinatura perdeu 364,45 mil usuários

Em 12 meses, a base de assinantes em todo o país caiu de 19,05 milhões para 18,69 milhões, 364,45 mil assinantes a menos, diminuição correspondente a 1,91%.

No período, Pernambuco liderou a redução percentual de assinantes em todo o país, com 8,02% de usuários a menos, seguido de Rondônia (-7,98%) e Amapá (-7,58%).

Lideram o crescimento da TV por assinatura em todo o país Piauí, com 7,47%; Sergipe, com 4,26%; e Maranhão, com 4,08% de novos assinantes.

Desventuras em Série no Netflix: assisti, e deixo minha opinião

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Estreou nesta sexta-feira, 13, a primeira temporada da tão esperada – por seus fãs – série de fantasia Desventuras em Série (Lemony Snicket’s A Series of Unfortunate Events, 2017) no Netflix. Adaptação da obra de Daniel Handler, de mesmo nome, a peça causou grande expectativa. Assisti e, mantendo o que tenho aqui no blog, deixo algumas das minhas impressões.

Quem não leu a série de livros pode ter, ainda assim, a história como familiar. A primeira adaptação da obra surgiu em 2004, no filme dirigido por Brad Silberling. O roteiro conta a trajetória dos irmãos Baudelaire – Klaus (Louis Hynes), Violet (Malina Weissman) e Sunny (Presley Smith) –, após perderem os pais em um misterioso incêndio. Alvo da ambição de conde Olaf, um quase desconhecido parente com quem passa a morar, o trio passa a ter como missão proteger a si mesmo e buscar respostas para o mistério.

Desventuras em Série conta trajetória dos irmãos Baudelaire, após perderem pais em misterioso incêndio
Desventuras em Série conta trajetória dos irmãos Baudelaire, após perderem pais em misterioso incêndio

No papel de Olaf, está o aclamado Neil Patrick Harris – também produtor da série –, de How I Met Your Mother. Sendo bem sincero, acredito que a atuação de Neil – apesar de propositalmente se aproximar de sua versão original, em livro – deixa muito a desejar, em especial em suas diversas caracterizações – o que se aproximaria daquela terrível sensação de não rir de uma piada até boa, mas mal contada. Difícil não comparar com Jim Carrey, Olaf da primeira adaptação em longa-metragem. Nesta adaptação, entretanto, quem se destaca é a pequena Presley, no papel de Sunny.

Neil Patrick Harris vive ganancioso conde Olaf em Desventuras em Série, no Netflix
Neil Patrick Harris vive ganancioso conde Olaf em Desventuras em Série, no Netflix

Aliás, como um todo, fica difícil acreditar que a série não buscou, ao menos um pouquinho, inspiração no longa de 2004. Mais parece uma versão bem estendida do filme. Um dos motivos que me levam a crer nisso é a enorme semelhança entre Malina Weissman e Emily Browning, ambas no papel de Violet. Como adaptação para a ‘TV’ – ou Netflix –, faltou um pouco mais de ‘ousadia’ – será que ela virá na segunda temporada, prevista para 2018?

É como ler o livro…

Se Desventuras em Série no Netflix possui algum mérito, esse é o de permitir ao espectador experimentar a linguagem literal em audiovisual; desde dar vida a Lemony Snicket (Patrick Warburton) – pseudônimo de Handler –, que tem papel fundamental e mais presente entre narrador, repórter e investigador dos fatos vividos pelos irmãos Baudelaire – na primeira versão, Jude Law deu vida, em silhueta, a Snicket – ; até o de criar melancólicos, sombrios e fantásticos cenários bem característicos da série.

Exceto pela insípida abertura, Desventuras em Série parece uma boa opção aos afeiçoados pelo gênero.

The OA; assisti, e deixo minha opinião

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Aproveitando minhas ‘férias’, resolvi assistir The OA, série do original do serviço de streaming Netflix muito bem recomendada, e deixo algumas das minhas impressões.

A princípio, achei que a temática de The OA seria bem parecida com Stranger Things. E em partes, sim, encontrei algumas semelhanças. Uma delas é a quantidade de episódios, limitado a oito – o que te permite acompanhar com mais qualidade.

Brit Marling é Prairie Johnson em The OA
Brit Marling é Prairie Johnson em The OA

O suspense – gênero ao qual não sou muito adepto – de Brit Marling e Zal Batmanglij conta a história de Prairie Johnson (Brit Marling), jovem cega que, misteriosamente, recupera a visão e passa a se denominar ‘OA’. Em busca de seu pai desaparecido, ela é coagida pelo ambicioso pesquisador Hunter Aloysius ‘Hap’ Percy (Jason Isaacs), que a torna refém, assim com outras vítimas tão misteriosas quanto ela.

Prairie é encontrada por uma habilidade em particular, que passou a ter depois que sofreu um acidente e ficou cega, ainda quando criança. Durante sete anos, ela é cobaia de uma pesquisa sobre essas habilidades.

A verdade é que Hap busca explicações sobre as experiências de quase morte (EQMs), e Prairie é um dos caminhos para o que acredita ser um universo paralelo ou dimensão alternativa.

Há continuação da nossa existência após a morte? Seria possível abrir um portal entre essas dimensões? É possível provar a teoria do multiverso? São alguns dos questionamentos trazidos por The OA.

Para resgatar cobaias, OA precisa da ajuda de novos amigos
Para resgatar cobaias, OA precisa da ajuda de novos amigos

Prairie, no entanto, consegue se libertar do experimento, mas passa a ter uma missão: resgatar seus colegas de cativeiro; em especial sua paixão, Homer (Emory Cohen). Para isso, usará métodos nada convencionais, e passa a contar com o auxílio de seus novos amigos: Steve Winchell (Patrick Gibson), Alfonso (Brandon Perea), Jesse (Brendan Meyer), Buck Vu (Ian Alexander) e Betty (Phyllis Smith).

Extremamente envolvente, The OA termina de modo surpreendente, e causa enorme expectativa para a segunda temporada, que tem estreia prevista já para 2017.