The OA; assisti, e deixo minha opinião

Booking.com

Aproveitando minhas ‘férias’, resolvi assistir The OA, série do original do serviço de streaming Netflix muito bem recomendada, e deixo algumas das minhas impressões.

A princípio, achei que a temática de The OA seria bem parecida com Stranger Things. E em partes, sim, encontrei algumas semelhanças. Uma delas é a quantidade de episódios, limitado a oito – o que te permite acompanhar com mais qualidade.

Brit Marling é Prairie Johnson em The OA
Brit Marling é Prairie Johnson em The OA

O suspense – gênero ao qual não sou muito adepto – de Brit Marling e Zal Batmanglij conta a história de Prairie Johnson (Brit Marling), jovem cega que, misteriosamente, recupera a visão e passa a se denominar ‘OA’. Em busca de seu pai desaparecido, ela é coagida pelo ambicioso pesquisador Hunter Aloysius ‘Hap’ Percy (Jason Isaacs), que a torna refém, assim com outras vítimas tão misteriosas quanto ela.

Prairie é encontrada por uma habilidade em particular, que passou a ter depois que sofreu um acidente e ficou cega, ainda quando criança. Durante sete anos, ela é cobaia de uma pesquisa sobre essas habilidades.

A verdade é que Hap busca explicações sobre as experiências de quase morte (EQMs), e Prairie é um dos caminhos para o que acredita ser um universo paralelo ou dimensão alternativa.

Há continuação da nossa existência após a morte? Seria possível abrir um portal entre essas dimensões? É possível provar a teoria do multiverso? São alguns dos questionamentos trazidos por The OA.

Para resgatar cobaias, OA precisa da ajuda de novos amigos
Para resgatar cobaias, OA precisa da ajuda de novos amigos

Prairie, no entanto, consegue se libertar do experimento, mas passa a ter uma missão: resgatar seus colegas de cativeiro; em especial sua paixão, Homer (Emory Cohen). Para isso, usará métodos nada convencionais, e passa a contar com o auxílio de seus novos amigos: Steve Winchell (Patrick Gibson), Alfonso (Brandon Perea), Jesse (Brendan Meyer), Buck Vu (Ian Alexander) e Betty (Phyllis Smith).

Extremamente envolvente, The OA termina de modo surpreendente, e causa enorme expectativa para a segunda temporada, que tem estreia prevista já para 2017.

Jornalista graduado (DRT-MA nº 1.139), com ênfase em produção de conteúdo para web, edição de fotos e vídeos e desenvolvimento de infográficos; com passagem pelas redações do Imirante.com e G1 Maranhão; e vencedor de duas etapas estaduais do Prêmio Sebrae de Jornalismo, categoria Webjornalismo

Visualizar publicações

Participe! Deixe o seu comentário: