Stranger Things

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Stranger Things: o que dizer? Foi grande a repercussão da nova série do serviço de streaming Netflix, e fui contaminado por ela – apesar de não ser fã do gênero suspense. O sucesso da websérie de oito horas e capítulos distribuídos à vista só comprova que a audiência cada vez mais migra das tradicionais mídias para o catálogo não linear das produções. Deixo aqui algumas impressões sobre Stranger Things, que estreou neste mês de julho de 2016.

Garotos buscam por amigo desaparecido em Stranger Things
Garotos buscam por amigo desaparecido em Stranger Things
A história criada por Matt e Ross Duffer é ambientada em 1983, na calma cidade de Hawkings. Tudo começa com estranhos acontecimentos que resultam no misterioso desaparecimento do inocente garoto Will Byers (Noah Schnapp). A partir daí, seus amigos Mike (Finn Wolfhard), Lucas (Caleb McLaughlin) e Dustin (Gaten Matarazzo); seu irmão Jonathan (Charlie Heaton); e o chefe de polícia Hopper (David Harbour) iniciam uma intensa busca para achar o garoto.

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A busca, no entanto, é cercada de mistérios e experiências sobrenaturais. Joyce (Winona Ryder), mãe de Will, acredita se comunicar com o garoto desaparecido mesmo com todos acreditando que ele está morto. O ceticismo, entretanto, vai caindo por terra depois que cada um dos personagens passam a viver situações paranormais.

Winona Ryder é Joyce em Stranger Things
Winona Ryder é Joyce em Stranger Things
No centro de todo o mistério e desses fenômenos está a menina Onze (Millie Brown), chamada assim porque leva o numeral ‘011’ em seu braço. Ela foi alvo de diversas experiências comandadas pelo Dr. Martin Brenner (Matthew Modine). Ele e agentes do governo buscam recapturar a jovem, que, junto de Mike, Lucas e Dustin, tenta entender o que acontece com sua mente.
Busca leva a estranhos experimentos do governo
Busca leva a estranhos experimentos do governo
A chave da explicação dos fenômenos está na ciência. As crianças creem que o desaparecimento de Will e outros acontecimentos são provocados pelos ‘buracos de minhoca’ ou ‘pontes de Einstein-Rosen’ – atalhos no espaço-tempo estudados por Albert Einstein e Nathan Rosen –, que poderiam criar portais para outras dimensões, ou mais especificamente o ‘Mundo Invertido’. Foi nesse ponto que a série me conquistou.

O roteiro de Stranger Things utiliza de elementos de jogos de RPG para criar uma trama consistente e que te prende de início ao fim. Seus personagens são cativantes, e não poderia deixar de ser com um elenco tão competente e afinado. Sua objetividade é compatível com o imediatismo dos espectadores e acerta na perfeita caracterização, trazendo elementos de verdadeira nostalgia para quem assiste.


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Suspense e angústia de sobra para quem já espera pela segunda temporada – garantida, mas sem data de distribuição prevista.

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Jornalista graduado (DRT-MA nº 1.139), com ênfase em produção de conteúdo para web, edição de fotos e vídeos e desenvolvimento de infográficos; com passagem pelas redações do Imirante.com e G1 Maranhão; e vencedor de duas etapas estaduais do Prêmio Sebrae de Jornalismo, categoria Webjornalismo

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